Quando procurar uma consulta /

Quando procurar uma consulta

Doenças crônicas

Pressão alta, diabetes, colesterol e outras doenças de longo prazo pedem acompanhamento, não só receita renovada. O foco é prevenir complicações, revisar remédios e cuidar da sua qualidade de vida.

Doença crônica pede acompanhamento, não só receita

Pressão alta, diabetes e colesterol alto costumam não doer. Por isso é comum ir ao médico só para renovar a receita. Mas são doenças que mudam com o tempo, e o tratamento precisa acompanhar essas mudanças para evitar complicações no coração, nos rins, nos olhos e na circulação.

Acompanhar é olhar o conjunto: exames, remédios, sono, alimentação, rotina e o que pesa no seu dia a dia. Sem pressa, e com o plano explicado.

Para quem é este acompanhamento

  • Quem tem pressão alta, diabetes ou colesterol alto e quer um acompanhamento regular.
  • Quem convive com mais de uma doença crônica e sente que cada médico olha uma parte.
  • Pessoas que usam muitos remédios e querem saber se todos ainda fazem sentido.
  • Quem recebeu um diagnóstico novo e precisa entender, com calma, o que muda.

Como começa o cuidado

Pela consulta clínica, com tempo para conhecer a sua história, revisar exames e remédios e montar um plano de acompanhamento.

R$ 400

Teleconsulta disponível por R$ 400.

Na consulta

  • Revisar exames e entender como a doença está hoje.
  • Revisar todos os remédios, as doses e as interações.
  • Combinar metas realistas para pressão, glicemia e colesterol.
  • Olhar sono, alimentação, atividade física e estresse, que pesam no controle.
  • Explicar o plano e marcar os retornos para ajustar o tratamento.

Não suspenda nem mude remédios por conta própria.

Quem cuida também precisa de cuidado

Cuidar de um familiar com doença crônica cansa. Sono ruim, dor e ansiedade de quem cuida também são assunto de saúde e merecem consulta.

Onde a acupuntura entra

Quando indicada, a acupuntura pode ajudar como apoio em sintomas como dor, tensão e sono. Ela entra no plano junto com o tratamento médico, nunca no lugar dele.

Para entender

Cuidado paliativo é sobre vida

Muita gente ouve “cuidados paliativos” e pensa em fim de vida. Na verdade, eles são para pessoas com doenças graves ou que progridem, como insuficiência cardíaca, doenças pulmonares crônicas, demências ou câncer. O objetivo é aliviar sintomas, preservar a qualidade de vida e apoiar a família nas decisões, e esse cuidado pode começar desde o diagnóstico, junto com o tratamento, e não no lugar dele.

É a área em que mais quero me aprofundar. Além do consultório, atendo pelo SUS, em cuidados paliativos, em regiões da periferia de São Paulo.

  • Pós-graduação em Cuidados Paliativos, Instituto Paliar · NÃO ESPECIALISTA
Procure o pronto-socorro ou ligue 192 se houver:
  • Dor no peito, falta de ar intensa ou desmaio.
  • Fraqueza súbita em um lado do corpo, fala enrolada ou boca torta.
  • Pressão muito alta com dor de cabeça forte, visão turva ou confusão.
  • Glicemia muito alta ou muito baixa com sonolência, suor frio ou confusão.

Conteúdo educativo, que não substitui a consulta médica. A consulta não substitui o acompanhamento com os especialistas que você já tem: ela ajuda a organizar e integrar o cuidado.

Vamos organizar o seu cuidado com calma?

Consulta clínica por R$ 400. Responda três perguntas e escolha o seu horário.

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