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Quando procurar uma consulta

Dor de cabeça e enxaqueca

Crises frequentes de dor de cabeça têm causa e têm cuidado. Veja como é a avaliação, os sinais de alerta e onde a acupuntura pode ajudar.

Tomar analgésico toda semana não é normal

A maior parte das dores de cabeça frequentes é do tipo tensional ou enxaqueca. Elas não são perigosas na maioria das vezes, mas atrapalham o trabalho, o sono e o humor.

Um ponto importante: usar analgésicos em muitos dias do mês pode, com o tempo, aumentar a frequência das crises. Por isso vale investigar o padrão da dor, e não só tratar cada crise.

O que pode estar por trás

  • Enxaqueca, que costuma vir com sensibilidade à luz, ao barulho e náusea.
  • Dor de cabeça tensional, ligada a tensão muscular, estresse e postura.
  • Uso excessivo de analgésicos.
  • Sono irregular, jejum prolongado, pouca água, cafeína em excesso.
  • Pressão alta, problemas de visão, bruxismo e outras causas que a consulta ajuda a identificar.

Como começa o cuidado

Pela consulta clínica, com avaliação completa e plano de cuidado.

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Teleconsulta disponível por R$ 400.

Na consulta

  • Mapear frequência, duração, gatilhos e o que você já usa nas crises.
  • Examinar e checar os sinais que pedem investigação.
  • Orientar como registrar as crises em um diário de dor.
  • Definir o tratamento das crises e, quando indicado, a prevenção.
  • Revisar o uso de analgésicos com segurança.

Onde a acupuntura entra

Revisões de estudos mostram que a acupuntura pode reduzir a frequência das crises de enxaqueca e da dor de cabeça tensional frequente, como opção de prevenção.

Ela é indicada depois da avaliação clínica, como parte do plano.

Procure o pronto-socorro ou ligue 192 se houver:
  • A pior dor de cabeça da sua vida, que começa de repente.
  • Dor de cabeça com febre e rigidez na nuca.
  • Fraqueza, formigamento, fala enrolada, confusão ou alteração da visão.
  • Dor de cabeça depois de uma pancada na cabeça.

Leia também: Dor de cabeça frequente: quando é hora de investigar.

Conteúdo educativo, que não substitui a consulta médica.

Chega de viver de crise em crise

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